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Críticas
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Operação Vingança (Eduardo Montarroyos)
“Operação Vingança” estreia nesta janela de entre filmes da Marvel como uma opção curiosa em termos de ação, um gênero cinematográfico bastante disputados desde que os heróis invadem o cinema todos os anos. Entretanto, este longa, dirigido por James Hawes, tenta nos trazer algo novo: Um amador, como traduzimos no título original do filme, tentando fazer serviço de “gente grande”, na desesperada tentativa de vingar a morte de sua esposa. Com isso, para nos dar uma carga mais dramática, temos ‘Rami Malek’ no papel principal, será que isso funcionou?
Resgate Implacável
Resgate Implacável conta história de um ex boina verde, Levon Cade (Jason Statham), depois de abandonar sua perigosa profissão para viver de forma simples e apenas se dedicar a conseguir não ser separado de sua filha. No entanto, a filha do seu chefe é misteriosamente sequestrada. Relutante, Levon é forçado a voltar à ativa para concluir mais uma missão, resgata-la.
Vitória
É incrível e ao mesmo tempo inspirador ver “Fernanda Montenegro” levando um filme inteiro nas costas com 95 anos de idade. É exatamente o que essa atriz, em que considero umas das melhores do Brasil, faz com o seu novo longa: “Vitória”. Esse filme já vem com uma grande promessa de lançamento desde o ano passado, mas esperou as repercussões do “Oscar” com “Ainda Estou Aqui” para depois marcar a sua data nos cinemas. Chega há exatamente duas semanas após a Cerimônia da Academia, digamos que “surfando na mesma onda” do novo hype dos brasileiros: Seus próprios filmes.
O Macaco
Mais um filme dos terrores escritos por Stephen King chega aos cinemas, mas dessa vez com um tom um pouco diferente. Essa longa que nos traz um pouco mais de comédia do que de terror em si, mortes criativas, mas com um toque cômico que na minha opinião não casaram bem e ficou simplesmente, ruim.
Mickey 17 (Por Eduardo Montarroyos)
Bong Joon-ho está de volta! Fazendo o que ele faz de melhor: Crítica Social. Depois de cravar vários Oscars com “Parasita” o diretor está de volta nesta superprodução que já vinha sendo bastante esperada, nos dando um tremendo susto com seu adiamento, pelo menos foi bem curto, o filme foi adiado de janeiro para março deste ano. É uma pena que está belíssima crítica mais vez se mostre tão poderosa contra o capitalismo e todos os seus frutos. Entretanto, tal premissa não me deixa surpreso vindo de quem veio. Depois de “Okja” (Netflix) já ficou bem claro que Bong Joon-ho adora evocar suas visões políticas em suas tramas.
Um Completo Desconhecido
Um completo desconhecido, filme lançado em 2025 que conta a história do cantor e compositor Bob Dylan. Dylan não foi somente um simples músico de sucesso dos anos 60 e 70, em 2004 foi eleito pela revista Rolling Stone o 7º maior cantor de todos os tempos e, pela mesma revista, o 2º melhor artista da música de todos os tempos, ficando atrás somente dos Beatles, e uma de suas principais canções, "Like a Rolling Stone", foi escolhida como a melhor de todos os tempos.
O Brutalista
O Brutalista não é um filme para todos. Principalmente por causa do seu tempo, são quase quatro horas sentados no cinema contemplando essa história. Ainda nos deparamos com um intervalo de quinze minutos que, particularmente, achei uma das melhores ideias quanto a percepção de fixação dessa obra. Com um trio estelar: Adrien Brody, Felicity Jones e Guy Pearce, O Brutalista chega aos cinemas nesta quinta e promete mexer com as estruturas dos cinemas, pois promete ser um filme épico.
Sing Sing
“Sing Sing” finalmente estreia nos cinemas brasileiros, depois de uma das campanhas de lançamento mais conturbadas que eu já acompanhei. O longa estreou em julho do ano passado nos cinemas norte-americanos e só agora chegou por aqui. Por causa de problemas quanto ao marketing o longo apenas chega ao Oscar com duas indicações: Melhor Roteiro e Melhor ator para “Colman Domingo”. Foram escolhas um pouco erradas da “A24” nos EUA que levaram à uma campanha totalmente prejudicada.
Emília Perez
Rita é uma advogada que trabalha em um escritório de advocacia mais interessado em lavar dinheiro do que em cumprir corretamente com os casos. Ela é uma das melhores advogadas no meio em que está, mas nunca é verdadeiramente valorizada, até receber uma proposta não muito comum que muda todo o rumo da sua vida.
A Verdadeira Dor
“A verdadeira dor” é um filme simples, no melhor estilo “Meia noite em Paris”, ou seja, um filme que envolve viagens e confrontação com o passado. Esse é um dos maiores clichês de Hollywood, temos muitos bons e maus exemplos sobre esse roteiro dramático. Mas será que “A Verdadeira dor” se enquadra em quê modalidade? Enfim, é um bom ou um exemplo ruim?
A Acompanhante Perfeita
Um grupo de amigos resolvem se encontrar em uma casa no lago para jantar, beber e dançar, mas um grande plano está por trás de tudo. Um jovem e sua namorada estão apaixonados, mas ela não se sente tão bem com relação aos amigos do namorado, cabe a ele ajudá-la a se encaixar nesse novo mundo.
Anora
“Anora” chega nessa temporada de premiações como um dos filmes principais, pelo menos na lista dos indicados. Já tivemos uma grande surpresa, pois o filme foi bem “esnobado” no Globo de Ouro 2025. Entretanto existem ainda várias premiações onde o longa está indicado e tudo indica que tenha algumas indicações ao Oscar no próximo dia 23 (inclusive será o dia de sua estreia aqui no Brasil).
Conclave
Como imaginaríamos uma eleição para o novo papa? Tramas envolvendo poder e igreja católica sempre foram muito bem vindas no cinema. Mas em “Conclave” temos um “tempero a mais”: Sua incrível sequências de espionagens nas subtramas. Nessa reconstrução histórica, “Robert Harris” traça um retrato assustadoramente fidedigno do ‘Vaticano’ durante um conclave papal agitado por muitos mistérios e intrigas. O livro que deu origem a esse filme dirigido pelo vencedor do Oscar Edward Berger.
Nosferatu (Por Vinícius Montarroyos)
Robert Eggers, conhecido por sua habilidade de transformar o que não tem tanta atenção e as pessoas nem estão comentando em algo simplesmente desconfortável, mas muito interessante, nos entrega a releitura do clássico de F.W. Murnau que vai muito além de uma simples homenagem. Com um rigor histórico aliado a uma estética quase visionária, este Nosferatu equilibra tradição e ousadia de maneira única.



















